Mostrando postagens com marcador HIS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador HIS. Mostrar todas as postagens

domingo, 26 de maio de 2013

Os segredos de Mona LIsa

Disciplina: História
Prof: Ataídes Silva 
Aluno: Lucas Alfredo
Turma: 7º Ano

Leonardo da Vinci juntou a arte com a ciência. Ao mesmo tempo que usava sua capacidade de artista para representar as descobertas científicas, ele aplicava seu conhecimento científico no aperfeiçoamento de sua arte. Seu conhecimento de anatomia ajudou-o a representar melhor as  figuras humanas e animais; ele utilizou sua compreensão da óptica para melhorar o emprego da sombra, contraste e perspectiva, e baseou-se em seus estudos como geógrafo e geólogo para conferir exatidão e realismo às suas paisagens. A pintura mais famosa de Leonardo é Mosa Lisa. O mistério que a acompanha é fruto da extrema habilidade do artista no uso do sfumato, uma técnica do claro-escuro que consiste em não desenhar os contornos com clareza, como se vê nos cantos da boca e dos olhos da Mona Lisa. Além disso a figura parece mudar de expressão quando o olhar é fixado em diferentes pontos do quadro. Essa ilusão é causada pela paisagem atrás da figura, que tem alturas diferentes em cada um dos lados.

O Código de Hamurábi

Disciplina: História
Prof: Ataídes Silva
Aluno: Felipe Renovato
Turma: 6º Ano

O mais importante rei da Babilônia foi Hamurábi (1792-1750 a.C). Ele conquistou muitos territórios, unificando quase toda a Mesopotâmia, foi também um grande administrador. Sua maior realização foi a elaboração de um código de leis escritas que deviam ser obedecidas em todo o império. O Código de Hamurábi foi gravado em uma pedra de 2,25 metros de altura e quase 2 metros de circunferência na base e toda a sua superfície foi recoberta de cuneiformes dispostos em coluna. Depois da pilhagem da Babilônia, ordenada pelo rei de Susa (cidade localizada onde hoje é o Irã), o monumento foi levado para a Pérsia. Ele só foi encontrado em 1902, durante as escavações feitas na região por arqueólogos franceses, sendo depois encaminhado para o Museu do Louvre, em Paris, onde está até hoje. O código era extramente rígido, prevalecendo a Lei do Talião, onde a pena do criminoso seria aplicada conforme o delito cometido, ou seja, era o famoso olho por olho, dente por dente. 

domingo, 30 de setembro de 2012

Consumismo

Pessoal vejam que vídeo interessante sobre o consumismo. Depois de assisti-lo reflita e deixe um comentário para a pergunta: Como poderemos aliar o consumismo respeitando a natureza?



domingo, 9 de setembro de 2012

O Governo de Juscelino Kubitschek

Disciplina: História - Prof: Ataídes Silva - Aluna: Bianca Vieira -Turma: 9º Ano 


Mineiro de Diamantina, Juscelino Kubitschek de Oliveira foi o 20º Presidente do Brasil. Mas seus feitos o consagraram como um dos principais dentre muitos que já passaram por este cargo. JK, como era conhecido, foi eleito Presidente da República em outubro de 1955. Candidato numa coligação história entre PSD (Partido Social Democrata) e PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), venceu com 36% dos votos. Getúlio Vargas havia se suicidado em 1954. Assumiu a Presidência o vice Café Filho, da UDN, que tentou de todas as maneiras impedir a candidatura de Juscelino. Um mês após as eleições, Café Filho sofreu um ataque do coração. Com receio de que a situação saísse do controle, o Marechal Teixeira Lott instaurou o “golpe preventivo”.A intenção de Lott era garantir a posse do recém eleito presidente. Em janeiro de 1956, Juscelino tomou posse com tranqüilidade. O governo de JK foi muito dinâmico e modernizador. O destaque foi a chamada política desenvolvimentista, ou seja, fazer o Brasil crescer e se desenvolver “cinqüenta anos em cinco”. Além dos recursos públicos, ele incentivou também o investimento privado para dar fôlego ao crescimento econômico do país. Foi lançado, então, o Plano de Metas, que previa 31 metas distribuídas em seis grupos: transporte, energia, alimentação, indústria de base, educação e a construção de Brasília.Nos anos de JK, os chamados “Anos Dourados", a industrialização se acelerou, principalmente a indústria automobilística. A construção de Brasília foi realizada por Lúcio Costa e Oscar Niemeyer.Em 21 de abril de 1960 , a cidade foi inaugurada.Com a política de desenvolvimento e a construção de Brasília houve um significativo aumento da dívida pública. Mas isto não chegou a abalar a popularidade de JK, que tinha projeto de voltar à Presidência em 1965, frustrado com o golpe militar. Com a ditadura, Juscelino teve seus direitos políticos cassados. Ele tentou promover uma Frente Ampla de oposição ao regime militar, juntamente com João Goulart e com o jornalista Carlos Lacerda, seu antigo opositor. Mas não teve sucesso. Foi exilado, indo para Nova York e depois para Paris. De volta ao Brasil, dedicou-se a escrever livros sobre sua vida e tornou-se membro da Academia Brasileira de Letras. Em 1976, quando viajava de São Paulo para o Rio de Janeiro sofreu um grave acidente de carro na Rodovia Presidente Dutra, na altura da cidade de Resende/RJ. Até hoje há suspeita de ter sido uma ação planejada pelos seus opositores militares.

domingo, 2 de setembro de 2012

Atividade extra classe

No dia 01/10, os alunos do Ensino Fundamental II, juntamente com o Coordenador Isaias de Lima, o Auxiliar de Coordenação Fábio Luan e os professores Ataídes, Izabelly e Suênia realizaram uma atividade extra classe na cidade de Itabaiana e Ingá. Na cidade de Itabaiana, foi realizado uma visita a Fábrica de Sabão Riase, que atua a mais de 60 anos na confecção de sabão e também a um ateliê de cerâmica de uma artesã que confecciona produtos de cerâmica. Na cidade de Ingá, os alunos puderam conhecer o Sitio Arqueológico das Itacoatiaras do Ingá, considerado o mais importante do Estado da Paraíba para o estudo da pré-história, não só da Paraíba, mas também de todo o mundo.  


sábado, 25 de agosto de 2012

As pirâmides do Egito

Disciplina: História - Prof: Ataídes Silva
Aluno: Gleyson de Souza Silva - Turma: 6º Ano

Elas foram construídas  há mais de 2500 anos e resistem até hoje. Cercadas de mistérios, despertam interesse de historiadores, arqueólogos e estudiosos de civilizações antigas. A religião do Egito Antigo era politeísta, pois os egípcios acreditavam em vários deuses. Acreditavam também na vida após a morte e, portanto, conservar o corpo e os pertences para a outra vida era uma preocupação. Mas somente os  faraós e alguns sacerdotes tinham condições econômicas de criarem sistemas de preservação do corpo, através do processo de mumificação.  A pirâmide tinha a função abrigar e proteger o corpo do faraó mumificado e seus pertences (jóias, objetos pessoais e outros bens materiais) dos saqueadores de túmulos. Logo, estas construções tinham de ser bem resistentes, protegidas e de difícil acesso. Os engenheiros, que deviam guardar os segredos de construção das pirâmides, planejavam armadilhas e acessos falsos dentro das contruções. Tudo era pensado para que o corpo mumificado do faraó e seus pertences não fossem acessados. As pirâmides foram construídas numa época em que os faraós exerciam máximo poder político, social e econômico no Egito Antigo. Quanto maior a pirâmide, maior seu poder e glória. Por isso, os faraós se preocupavam com a grandeza destas construções. Com mão-de-obra escrava, milhares muitas vezes, elas eram construídas com blocos de pedras que chegavam a pesar até duas toneladas. Para serem finalizadas, demoravam, muitas vezes, mais de 20 anos. Desta forma, ainda em vida, o faraó começava a planejar e executar a construção da pirâmide. A matemática foi muito empregada na construção das pirâmides. Conhecedores desta ciência, os arquitetos planejavam as construções de forma a obter o máximo de perfeição possível. As pedras eram cortadas e encaixadas de forma perfeita. Seus quatro lados eram desenhados e construídos de forma simétrica, fatores que explicam a preservação delas até os dias atuais. Ao encontrarem as pirâmides, muitas delas intactas, os arqueólogos se depararam com muitas informações do Egito Antigo. Elas possuem inscrições hieroglíficas, contando a vida do faraó ou trazendo orações para que os deuses soubessem dos feitos realizados pelo governante. 
 

O Papiro

Disciplina/Prof: História - Prof. Ataídes
Aluno: Erickson Almeida - Turma: 6º Ano

Esta planta, da família das cyperaceas, é muito comum nas margens de rios da África. As folhas são longas e fibrosas, um pouco semelhantes às folhas de cana-de-açúcar. No Egito Antigo, o papiro era encontrado nas margens do rio Nilo. Foi muito utilizado pelos egípcios para diversos propósitos. As folhas eram sobrepostas e trabalhadas para serem transformadas numa espécie de papel, conhecido pelo mesmo nome da planta. Este papel (papiro) era utilizado pelos escribas egípcios para escreverem textos e registrarem as contas do império. Vários rolos de papiro, contando a vida dos faraós foram encontrados pelos arqueólogos nas pirâmides egípcias. O papiro tinha outras funções no Egito Antigo. Os artesãos utilizavam a planta para a fabricação de cestos, redes e até mesmo pequenas embarcações (através da formação de feixes). Era também utilizado como alimento pelas pessoas mais pobres e também para alimentar o gado. Até hoje os egípcios plantam e utilizam o papiro, porém podemos encontrar plantações desta planta em regiões do sul da Itália.

O papiro

Disciplina: História - Prof. Ataídes Silva
Aluno: Erickson Almeida - Turma: 6º Ano

Esta planta, da família das cyperaceas, é muito comum nas margens de rios da África. As folhas são longas e fibrosas, um pouco semelhantes às folhas de cana-de-açúcar. No Egito Antigo, o papiro era encontrado nas margens do rio Nilo. Foi muito utilizado pelos egípcios para diversos propósitos. As folhas eram sobrepostas e trabalhadas para serem transformadas numa espécie de papel, conhecido pelo mesmo nome da planta. Este papel (papiro) era utilizado pelos escribas egípcios para escreverem textos e registrarem as contas do império. Vários rolos de papiro, contando a vida dos faraós, foram encontrados pelos arqueólogos nas pirâmides egípcias. O papiro tinha outras funções no Egito Antigo. Os artesãos utilizavam a planta para a fabricação de cestos, redes e até mesmo pequenas embarcações (através da formação de feixes). Era também utilizado como alimento pelas pessoas mais pobres e também para alimentar o gado. Até hoje os egípcios plantam e utilizam o papiro, porém podemos encontrar plantações desta planta em regiões do sul da Itália.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Religião egipcia

Disciplina: História
Prof: Ataídes Silva
Turma: 6º Ano


Os egípcios eram politeístas, ou seja, cultuavam vários deuses e alguns deuses eram animais. Os animais no Egito Antigo eram considerados a encarnação dos próprios deuses. Os egípcios também adoravam as formas e forças da natureza, como o rio Nilo, o Sol, a Lua e o vento. Cada cidade-estado egípcia possuía o seu deus protetor. Existiam deuses com formato de animal (zoomorfismo), outros deuses tinham o formato de homem juntamente com animal (corpo de homem e cabeça de animal – antropozoomorfismo) e também existiam deuses somente com o formato humano (antropomorfismo). A religiosidade tinha importância para os egípcios até após a morte, pois eles acreditavam na imortalidade. Por esses motivos cultuavam os mortos e praticavam a mumificação (a conservação dos corpos). Acreditavam que o ser humano era constituído por Ká (corpo) e Rá (alma). No momento da morte, a alma deixaria o corpo, mas poderia continuar a viver no reino de Osíris ou de Amon-Rá – a volta da alma para o corpo dependia do julgamento no Tribunal de Osíris. Após o julgamento de Osíris, se a alma retornasse ao corpo, o morto voltaria à vida no reino de Osíris; se não, a alma ficaria no reino de Amon-Rá. Daí a importância da conservação dos corpos pela mumificação, se a alma retornasse ao corpo, este não estaria decomposto. As crenças e cultos religiosos estavam na base das manifestações culturais, sociais, políticas e econômicas no Egito. A religiosidade permeava toda a sociedade egípcia, nas artes, na medicina, na astronomia, na literatura e no próprio governo do Egito Antigo. Os principais deuses egípcios eram:

  • Rá, o deus Sol, unido ao deus Amon, formando Amon-Rá, era o principal deus.
  • A deusa Nut, representada por uma figura feminina, era a mãe de Rá (Sol). Ela engoliu Rá, formando a noite e fazendo-o renascer a cada manhã.
  • Ísis foi esposa de Osíris, mãe de Hórus, protegia a vegetação e era a deusa das águas e das sementes.
  • O deus Hórus foi o deus falcão, filho de Ísis e Osíris, cultuado como o sol nascente.
  • Osíris, deus dos mortos, da vegetação e da fecundidade, era representado pelo rio Nilo. Era Osíris que buscava as almas dos mortos para serem julgadas em seu Tribunal.
  • Set foi colocado como grande inimigo de Osíris (Nilo), era o vento quente vindo do deserto, encarnação do mal.
  • O deus Amon, considerado deus dos deuses do Egito Antigo, foi cultuado junto com Rá (Amon-Rá).

Egito Antigo

Disciplina: História
Prof: Ataídes Silva
Turma: 6º Ano

A civilização egípcia antiga desenvolveu-se no nordeste africano, às margens do rio Nilo, entre 3200 a.C.  Como a região é formada por um deserto (Saara), o rio Nilo ganhou uma extrema importância para os egípcios. O rio era utilizado como via de transporte de mercadorias e pessoas. As águas do rio Nilo também eram utilizadas para beber, pescar e fertilizar as margens, nas épocas de cheias, favorecendo a agricultura.  A sociedade egípcia estava dividida em várias camadas, sendo que o faraó era a autoridade máxima, chegando a ser considerado um deus na Terra. Sacerdotes, militares e escribas também ganharam importância na sociedade. Esta era sustentada pelo trabalho e impostos pagos por camponeses, artesãos e pequenos comerciantes. Os escravos também compunham a sociedade egípcia e, geralmente, eram pessoas capturadas em guerras.A escrita egípcia também foi algo importante para este povo, pois permitiu a divulgação de idéias, comunicação e controle de impostos. Existiam duas formas principais de escrita: a escrita demótica (mais simplificada e usada para assuntos do cotidiano) e a hieroglífica (mais complexa e formada por desenhos e símbolos). As paredes internas das pirâmides eram repletas de textos que falavam sobre a vida do faraó, rezas e mensagens para espantar possíveis saqueadores. Uma espécie de papel chamado papiro, que era produzido a partir de uma planta de mesmo nome, também era utilizado para registrar os textos. A economia egípcia era baseada principalmente na agricultura que era realizada, principalmente, nas margens férteis do rio Nilo. Os egípcios também praticavam o comércio de mercadorias e o artesanato. A religião egípcia era repleta de mitos e crenças interessantes. Acreditavam na existência de vários deuses (muitos deles com corpo formado por parte de ser humano e parte de animal sagrado) que interferiam na vida das pessoas. As oferendas e festas em homenagem aos deuses eram muito realizadas e tinham como objetivo agradar aos seres superiores, deixando-os felizes para que ajudassem nas guerras, colheitas e momentos da vida. Cada cidade possuía deus protetor e templos religiosos em sua homenagem. Como acreditavam na vida após a morte, mumificavam os cadáveres dos faraós colocando-os em pirâmides, com o objetivo de preservar o corpo. A vida após a morte seria definida, segundo crenças egípcias, pelo deus Osíris em seu tribunal de julgamento. O coração era pesado pelo deus da morte, que mandava para uma vida na escuridão aqueles cujo órgão estava pesado (que tiveram uma vida de atitudes ruins) e para uma outra vida boa aqueles de coração leve. Muitos animais também eram considerados sagrados pelos egípcios, de acordo com as características que apresentavam : chacal (esperteza noturna), gato (agilidade), carneiro (reprodução), jacaré (agilidade nos rios e pântanos), serpente (poder de ataque), águia (capacidade de voar), escaravelho (ligado a ressurreição). A civilização egípcia destacou-se muito nas áreas de ciências. Desenvolveram conhecimentos importantes na área da matemática, usados na construção de pirâmides e templos. Na medicina, os procedimentos de mumificação, proporcionaram importantes conhecimentos sobre o funcionamento do corpo humano. No campo da arquitetura podemos destacar a construção de templos, palácios e pirâmides. Estas construções eram financiadas e administradas pelo governo dos faraós. Grande parte delas eram erguidas com grandes blocos de pedra, utilizando mão-de-obra escrava. As pirâmides e a esfinge de Gizé são as construções mais conhecidas do Egito Antigo.






segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Campos de concentração nazistas

Disciplina: História
Prof: Ataídes Silva
Turma: 9º Ano
Alunos: Thiago Alexandre e João Marcos

O campo de concentração surgiu no século XVIII. Ttinha como destino os prisioneiros de um determinado conflito, que ali ficavam agrupados em separado de outros tipos de detentos comuns. Na Alemanha Nazista, porém, o campo de concentração assumiu um novo uso, mais drástico e horrendo, que de certa forma acabou até por alterar o significado de seu próprio nome. De fato, várias das ideias dos integrantes do partido nazista, todas as mais obscuras e negativas acabaram por ser aplicadas no interior de seus campos, antes e durante a Segunda Guerra Mundial  Assim, os campos de concentração passaram a ser utilizados como estratégia de domínio de grupos étnicos, dissidentes políticos e das diversas minorias indesejáveis ao Estado. Criados desde os primeiros dias do regime nazista (o primeiro foi Dachau, em 1933), neles ingressavam compulsoriamente os judeus, ciganos, políticos oposicionistas, especialmente anarquistas e comunistas, minorias religiosas como Testemunhas de Jeová e homossexuais, todos expostos a tratamento desumano, trabalhos extenuantes, experiências médicas bizarras, e, em último caso, execução nas câmaras de gás ali presentes.Havia um tipo de campo, porém, os chamados campos de extermínio (embora essa classificação não seja independente, pois todos os campos tinham programas de execução de seus internos), a maioria deles localizada na Polônia, cujo objetivo era exterminar seus internos quase que diretamente, sem maiores cerimônias. Muitos destes campos foram utilizados no programa nazista conhecido como “Solução Final”, que consistia no extermínio total dos judeus de áreas conquistadas. Com o início da Segunda Guerra, os campos passaram a receber também todo tipo de prisioneiro de guerra das áreas onde os nazistas avançavam. Pior, mais campos foram sendo construídos fora da Alemanha, sendo os mais conhecidos os campos de extermínio da Polônia. Eles existiram, porém, nas Ilhas do Canal da Mancha, Noruega, Países Baixos, Sérvia, Itália, Moldávia, Bélgica, França, Ucrânia, Croácia, Letônia, Lituânia, Bielorússia, Áustria, República Tcheca e Estônia. Milhões de pessoas foram aprisionadas e submetidas a todo tipo de abuso nos campos nazistas. Só nos campos de extermínio, sob a administração das SS os alemães e seus colaboradores mataram cerca de 2.700.000 de judeus. Apenas uma pequena parte dos prisioneiros que lá foram colocados conseguiu sobreviver. Os campos nazistas exerceram tamanha influência no imaginário coletivo que, desde então, qualquer estrutura designada para receber prisioneiros de guerra, ao invés de ser chamada como deveria de fato, de campo de concentração, recebe nomes eufemísticos, como “campos de internamento”, “campo de remanejamento”.

domingo, 12 de agosto de 2012

Egito Antigo

Disciplina: História 
Prof: Ataídes Silva 
Turma: 6º Ano

A civilização egípcia antiga desenvolveu-se no nordeste africano, às margens do rio Nilo, entre 3200 a.C.  Como a região é formada por um deserto (Saara), o rio Nilo ganhou uma extrema importância para os egípcios. O rio era utilizado como via de transporte de mercadorias e pessoas. As águas do rio Nilo também eram utilizadas para beber, pescar e fertilizar as margens, nas épocas de cheias, favorecendo a agricultura.  A sociedade egípcia estava dividida em várias camadas, sendo que o faraó era a autoridade máxima, chegando a ser considerado um deus na Terra. Sacerdotes, militares e escribas também ganharam importância na sociedade. Esta era sustentada pelo trabalho e impostos pagos por camponeses, artesãos e pequenos comerciantes. Os escravos também compunham a sociedade egípcia e, geralmente, eram pessoas capturadas em guerras. A escrita egípcia também foi algo importante para este povo, pois permitiu a divulgação de idéias, comunicação e controle de impostos. Existiam duas formas principais de escrita: a escrita demótica (mais simplificada e usada para assuntos do cotidiano) e a hieroglífica (mais complexa e formada por desenhos e símbolos). As paredes internas das pirâmides eram repletas de textos que falavam sobre a vida do faraó, rezas e mensagens para espantar possíveis saqueadores. Uma espécie de papel chamado papiro, que era produzido a partir de uma planta de mesmo nome, também era utilizado para registrar os textos. A economia egípcia era baseada principalmente na agricultura que era realizada, principalmente, nas margens férteis do rio Nilo. Os egípcios também praticavam o comércio de mercadorias e o artesanato. A religião egípcia era repleta de mitos e crenças interessantes. Acreditavam na existência de vários deuses (muitos deles com corpo formado por parte de ser humano e parte de animal sagrado) que interferiam na vida das pessoas. As oferendas e festas em homenagem aos deuses eram muito realizadas e tinham como objetivo agradar aos seres superiores, deixando-os felizes para que ajudassem nas guerras, colheitas e momentos da vida. Cada cidade possuía deus protetor e templos religiosos em sua homenagem. Como acreditavam na vida após a morte, mumificavam os cadáveres dos faraós colocando-os em pirâmides, com o objetivo de preservar o corpo. A vida após a morte seria definida, segundo crenças egípcias, pelo deus Osíris em seu tribunal de julgamento. O coração era pesado pelo deus da morte, que mandava para uma vida na escuridão aqueles cujo órgão estava pesado (que tiveram uma vida de atitudes ruins) e para uma outra vida boa aqueles de coração leve. Muitos animais também eram considerados sagrados pelos egípcios, de acordo com as características que apresentavam : chacal (esperteza noturna), gato (agilidade), carneiro (reprodução), jacaré (agilidade nos rios e pântanos), serpente (poder de ataque), águia (capacidade de voar), escaravelho (ligado a ressurreição). A civilização egípcia destacou-se muito nas áreas de ciências. Desenvolveram conhecimentos importantes na área da matemática, usados na construção de pirâmides e templos. Na medicina, os procedimentos de mumificação, proporcionaram importantes conhecimentos sobre o funcionamento do corpo humano. No campo da arquitetura podemos destacar a construção de templos, palácios e pirâmides. Estas construções eram financiadas e administradas pelo governo dos faraós. Grande parte delas eram erguidas com grandes blocos de pedra, utilizando mão-de-obra escrava. As pirâmides e a esfinge de Gizé são as construções mais conhecidas do Egito Antigo.

sábado, 9 de junho de 2012

O Iluminismo

O Iluminismo foi um movimento intelectual que surgiu na Europa do século XVIII. Esse movimento tinha por objetivo a busca da razão como ponto principal para o progresso da humanidade. A razão, segundo os pensadores iluministas, era a única forma de levar a humanidade a romper com o Absolutismo monárquico e com o fanatismo religioso vigente na época. Muitas foram as idéias veiculadas a essa época. Veja alguns desses pensadores.                                                                                                       



John Locke (1632-1704)
Acreditava que as pessoas tinham direitos naturais inalienáveis. Ou seja, todos deveriam ter direito à vida, à liberdade, à propriedade privada, e os governantes eram os responsáveis pela manutenção desses direitos.



Voltaire (1694-1778)
Dedicou sua vida a fazer críticas ao fanatismo religioso, a injustiça e a intolerância. 
            

                                                                                                                         Montesquieu (1689-1755)
Acreditava que o poder deveria ser dividido em três esferas, para que nenhuma delas se sobrepusesse a outra. Trouxe a ideia da divisão do governo em três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. 


Jean-Jacques Rosseau (1712-1778) - O povo era soberano, a decisão é que deveria prevalecer. Segundo ele, o homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe. 
                                                                            
A instrução das pessoas era muito importante; por isso os pensadores Denis Diderot (1713-1784) e Jean D'alambert (1717-1776) - reuniram em 1751 todo o conhecimento científico, técnico, histórico, literário e musical produzidos na época em um só livro, que recebeu o nome de Enciclopédia. Nela, estavam reunidos verbetes escritos por cientistas, filósofos, teólogos, artesãos, entre outros, explicando como funcionava todo o tipo de conhecimento. Esse livro de 35 volumes foi um sucesso de vendas, chegando a ser proibido pelo governo da França e pela Igreja Católica.