terça-feira, 19 de março de 2013

O cotidiano dos operários durante a Revolução Industrial

Disciplina: História
Prof: Ataídes Silva
Aluna: Maria Gabrielly
Turma: 8º Ano

A Revolução Industrial inglesa com a mecanização da produção mudou completamente a vida dos trabalhadores. Eles moravam geralmente próximos às fábricas, em casebres pobres e pequenos. As ruas eram sujas e esburacadas, exalando mal cheiro constante. Os trabalhadores precisavam precisavam acordar de madrugada para não chegar atrasado ao trabalho. O expediente começava por volta das cinco ou seis horas da manhã. Geralmente em pé, os operários davam extensas jornadas de traballho que chegavam a 16 horas diárias. Havia um pequeno intervalo para o almoço no final da manhã. Alimentavam-se basicamente de batatas cozidas com um pouco de bacon e chá. Os operários geralmente sentavam no chão da fábrica para comer e quase não conversavam pois em no máximo quinze minutos teriam que retornar ao trabalho que se estendia até nove da noite. Após o expediente não havia disposição para divertimentos. Alguns, porém, dirigiam-se aos bares, onde bebiam, para esquecer a rotina do trabalho. O jantar ao chegar em casa era quase sempre a base de batatas e sopa de aveia. Nas fábricas também empregava-se a mão de obra feminina e infantil. A remuneração destes era menor que a remuneração masculina. Enquanto os pais trabalhavam, muitas crianças ficavam sozinhas em casa. Geralmente os mais velhos cuidavam dos mais novos. A vida era muito dura e a rotina cansativa.

domingo, 9 de dezembro de 2012

QI- Questão de Inteligência
Aluna: Bianca Vieira S. da Silva
Série: 9º ano.
Professora: Mácia Cilene.                  Matéria: Redação.
Tema: Criação de uma fábula.



                                   A mentira do porquinho



                   Certo dia, na Floresta Encantada, um porquinho chamado Tomé estava brincando quando sua lhe chamou e disse: - Tomé, vá ao mercado e compre laranjas, estou lhe dando dez reais, volte com o troco e nada de comprar besteiras ouviu?
                   O porquinho respondeu: Sim, mamãe.
                    Tomé foi e comprou o que sua mãe lhe pediu. Na volta para casa, ele avistou uma prateleira de doces na mercearia do ganso Nicolau. De imediato, pensou no que sua mãe lhe dissera de não comprar besteiras, mas, ele não se importou e comprou todo o troco de doces. Ainda longe de casa, pensou em uma mentira que iria contar para que não fosse castigado e decidiu isto: diria que perdeu o troco.
                   Assim foi feito. Porém, sua mãe achou doces na sacola de laranjas e o pôs de castigo durante uma semana. O porquinho ficou muito triste e arrependido do que fez. Quando seus amiguinhos saíam para brincar na rua e o chamava, ele dizia que não podia apenas estava de castigo, isso o fazia chorar. A gritaria, as brincadeiras, ele apenas observava da janela e ficava muito triste de não estar com eles. Depois disso, o porquinho decidiu falar apenas a verdade, não importando o que fosse.

                Moral: A mentira nunca é plena, mata a alma e envenena.